
Os blocos JollyHeap na terapia e na reabilitação
Os conjuntos de construção JollyHeap permitem construir livremente vários objetos para exercícios.
Com eles, as pessoas ao seu cuidado esquecem o esforço da tarefa e a obrigação transforma-se em curiosidade e vontade de participar.
Porquê os blocos JollyHeap?

Macios e seguros
Os blocos têm enchimento de espuma macia, o que permite quedas seguras durante os exercícios.
As crianças podem enfrentar as tarefas mais difíceis sem receio.

Agradáveis ao toque
Os blocos são revestidos com um tecido macio que proporciona experiências sensoriais muito agradáveis.

Silenciosos
Durante os exercícios e a brincadeira, os blocos não fazem ruído, o que permite trabalhar com pessoas sensíveis ao barulho.

Magnéticos e estáveis
Os blocos têm ímanes suficientemente fortes para se poder sentar, deitar e até ficar de pé em cima deles.
Onde e como posso usá-los?
Fisioterapia
Terapia da fala
Integração sensorial
Educação especial
Educação de pessoas com deficiência intelectual
Uma ferramenta, milhares de possibilidades



As crianças reagem com muito entusiasmo aos blocos JollyHeap e encaram o treino exigente como uma grande diversão. São usados sobretudo na terapia de crianças com deficiência intelectual, porque são macios e agradáveis ao toque e as crianças não têm medo deles. São usados como colchão, marquesa de fisioterapia, percurso de obstáculos, caminho de equilíbrio, escada de coordenação, escorrega e rampa, pesos, plataformas de várias alturas e até como rolo. O simples facto de construir estes objetos com blocos JollyHeap desenvolve a integração sensorial, a coordenação, a concentração e a atenção da criança.
Fisioterapeuta



Os blocos JollyHeap, com a sua forma simples e universal e a facilidade com que se montam e desmontam, permitem modificar o ambiente de trabalho, terapia, descanso e brincadeira sem limites de tempo nem de espaço: todo o ambiente da criança. Ao dar às estruturas os planos, as dimensões e as formas adequadas, podemos adaptá-las às limitações e disfunções individuais de cada criança. Mesmo sem competências especiais de coordenação e organização motora, a criança, em conjunto com o professor ou o terapeuta, pode participar ativamente na organização do espaço de brincadeira, aprendizagem e terapia.
Fisioterapeuta, autor de campanhas, livros e vídeos da série «Mamã, papá, o que achas?»
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